Arquivo para Maio, 2007

Novos rumos do brega

Banda Calypso

Fenômeno musical no Norte do país aponta soluções para a indústria fonográfica.

Por: Luiz Eduardo Neves

Alheias ao sistema de negócios das grandes gravadoras, as bandas derivadas do brega que surgiram no Pará mostram uma cultura brasileira calcada nas dificuldades da periferia, com um modelo de gestão próprio e baseado na autogestão dos negócios, diálogo com a pirataria e arrojo estético de profunda imersão na cultura em que nasceram. Continue lendo ‘Novos rumos do brega’

Ferro-gusa: Catadores fecham Capuaba

ferro-gusa

Por: Luiz Eduardo Neves

A entrada para o Porto de Capuaba foi fechada, ontem, dia 30 de maio, pelos catadores de ferro-gusa em protesto pela interrupção no embarque do produto no Cais de Paul.

Os catadores sobrevivem recolhendo as sobras do ferro deixadas durante o embarque do produto nos navios.

O embarque deixou de ser feito há mais de um mês porque a Codesa ainda não conseguiu a documentação para que a Alfândega libere o embarque de produtos.

AMBULANTES NOS COLETIVOS

Por Geize Miranda 

Ambulantes no coletivo.

A maioria dos vendedores ambulantes dos coletivos são crianças ou adolescentes.Quem anda de transporte coletivo todos os dias ou se utiliza do mesmo esporadicamente é obrigado a, além de veículos lotados, suportar os vendedores ambulantes, que ganham a vida vendendo balas, doces, biscoitos, dentre outros itens. Continue lendo ‘AMBULANTES NOS COLETIVOS’

SOB O OLHAR DO REI

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 Pensamentos do Urubu Rei.

Daqui do alto tudo é pequeno, assim como, sou pequeno para quem me vê daí de baixo.

Sobrevoando os céus vejo um monte de pessoas pra lá e pra cá, levando suas vidas trabalhando, estudando, vagabundeando.

Com isso, presumo que todos possuem seus deveres. Vivo minha vida. Pelo menos tento fazer o meu trabalho natural. Só que os restos produzidos são demais. Progresso é entulho?

Sim, eu como lixo, como carne podre, mas tenho uma vista que você não tem.

A FESTA DO LIXO

Festa do lixo

Em quatro dias de Festa da Penha são produzidas cerca de 24 toneladas de lixo.

Por: Luiz Eduardo Neves

Uma das principais preocupações da organização da Festa da Penha é a limpeza das vias públicas após o evento, que reúne fieis de todo o País, colocando o Espírito Santo no roteiro das maiores celebrações religiosas do Brasil. Os festejos populares deste ano aconteceram de 13 a 16 de abril. Continue lendo ‘A FESTA DO LIXO’

Hip-Hop II – No Olho da Rua

Batalha de MC’s

Por: Luiz Eduardo Neves

Batizados de DJ, rapper, break e grafite, esses são os elementos do hip-hop, uma manifestação de origem norte-americana que chegou ao Brasil no começo da década de 1980 e encontrou por aqui um terreno fértil para se desenvolver. Inicialmente despercebido pela maioria do público, o movimento caiu nas graças da juventude das periferias das grandes cidades, que virou tudo pelo avesso e criou uma expressão com cara e alma brasileiras. Continue lendo ‘Hip-Hop II – No Olho da Rua’

Hip-Hop I – O Hip-Hop como expressão cultural

dj

Por: Luiz Eduardo Neves

A história do surgimento do hip-hop no Brasil (e nos EUA) denotam seu caráter de cultura de resistência, ou seja, afirma a autenticidade de um movimento proveniente da periferia que, assim como o samba, aos pouco é legitimado pela mídia.

A situação é considerada uma verdadeira heresia pelos puristas, defensores da idéia de que o hip-hop deve preservar o estilo difundido pelos americanos, apenas adequando-se à língua e à realidade social de cada país. Continue lendo ‘Hip-Hop I – O Hip-Hop como expressão cultural’

SOBREVIVENTES DO LIXO

Por Geize Miranda

O lixo, para muitas pessoas é sinônimo de imundícia. Mas para outros é sobrevivência. É o caso dos catadores de lixo, que sustentam suas famílias com renda obtida através dos materiais recicláveis que recolhem todos os dias nas ruas das nossas cidades. Hoje o trabalho não é mais realizado individualmente. Existem associações de catadores de lixo em quase todas as cidades da Grande Vitória.
Como é o caso de Vila Velha que conta com a Associação dos Catadores de Vila Velha (ASCAVIVE). Ela conta com 22 associados que todos os dias saem com seus carrinhos e rotas definidas. 

Segundo o auxiliar administrativo da associação, Dácio Geraldo Sbarbelotti, todos os dias os próprios catadores fazem a separação e acompanham a pesagem do material que é por eles recolhido. Esse material é vendido para empresas de reciclagem ou até mesmo receptadores e, 80% do valor é repassado para o catador, 20% fica com a associação. Isso porque algumas associações ainda não são legalizadas e seus associados trabalham como autônomos.

A ASCAVIVE tem apoio de voluntários, professores, psicólogos, assistentes sociais, estudantes de enfermagem e representantes religiosos. Esses voluntários auxiliam na alfabetização, assistência médica e psicológica e doação de cestas básicas. Alguns desses catadores eram moradores de rua e não possuem casas para morar, acabam dormindo na sede da associação. O que você não come, eles consomem!

MUNDO MARROM

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Por: Luiz Eduardo Neves

Todo o bairro que se preza tem um maluco, morador de rua, que leva a vida à custa dos outros. Alegre e bem humorado, o excêntrico piadista, Marrom, vira documentário, mostrando o estilo de vida desse cara que odeia trabalho e leva a vida “serrando” os outros, como ele mesmo diz.

Com tiragens engraçadas o vídeo dispõe de uma divertida conversa com Marrom e seus amigos, Continue lendo ‘MUNDO MARROM’


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