Archive for the 'clássicos' Category

Zé Ramalho no Velho Oeste

Segue uma homenagem de Zé Ramalho cantando a canção “Wigwan” de Bob Dylan.

O vídeo abaixo é uma montagem com a desconstrução da cena chave do clássico filme de 1968  “Era Uma Vez no Oeste” (Once Upon a Time in the West), de Sergio Leone.

Me perdoe Enio Marricone!

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Pequenos clássicos capixabas

Tendo em vista a dinâmica contemporânea do ato do registro frenético de nosso cotidiano para posterior divulgação em canais midiáticos e de relacionamento, como o Orkut, fotologs e blogs, encontrei posts capixabas que já são hits no YouTube.

O primeiro é o curtíssimo “Pilota de Fulga”.  O vídeo mostra a derrocada da menina Klarice ao tirar onda com a sua motocicleta, acelerando-a até uma esquina e, em seguida, caindo ao bater num carro por conta de sua desatenção. Distração essa causada por conta de uma breve pose para a máquina que registrava toda a cena.

O acidente de Klarice já foi repostado por vários avatares e visto pelo menos umas 160.0000 vezes. Um verdadeiro hit by Cocal, bairro do município de Vila Velha, no Espírito Santo.

A segunda sessão da busca pela audiência alheia para a própria novela da vida privada é o nascimento da menina Elis, cujo pai disponibilizou 1min49seg de seu nascimento em rede mundial. O post já alcançou as 66.059 exibições desde o dia 5 de agosto deste ano até agora.

Jorge Furtado na 3ª edição do REC

Por Geize Miranda 

A 3ª edição do REC (Rumo à Estação Cinema) recebe Jorge Furtado: O cineasta brasileiro não conhecia o Espírito Santo.

Além de exibir seu filme “Saneamento Básico, o Filme” no Cine Ritz Norte Sul e palestrar no Campus II da Faesa no último dia do evento, o cineasta brasileiro, Jorge Furtado, ministrou uma oficina de roteiro para mais de 30 pessoas no Hotel Ilha do Boi. Dentre os presentes estavam professores e alunos do curso de comunicação social, diretores de vídeos inscritos na mostra competitiva e profissionais do audiovisual.

Ao palestrar no último dia do evento o cineasta definiu cinema e deu algumas dicas para as pessoas que querem seguir este ramo.

“Cinema é uma tela grande dentro de uma sala escura, a gente não tem um controle remoto na mão. Estamos assistindo com outras pessoas, todos assistem ao mesmo filme, ao mesmo tempo. A reação de um interfere na reação de outro. Estamos mergulhados numa sensação que é definida como “estado de cinema”. A realidade escurece e a gente penetra numa vida que a gente não pode interferir nela. Sentimos, sofremos, nos emocionamos com ela, mas não temos interferência alguma. E mergulhamos naquilo inteiramente, de repente a luz se acende e a voltamos para a vida real. O cinema é um sonho compartilhado, que a gente divide com outras pessoas. Não sei se esse cinema tem futuro. Não quero ser pessimista, mas, talvez, a gente tenha que contar para os nossos netos o que era ir ao cinema”.

Dicas para quem quer fazer cinema:

1) junte uma turma. Cinema não se pode fazer sozinho. 2) fale de coisas que interessem; fale de coisas de verdade. Isso não significa falar diretamente da realidade porque a arte não é a realidade, é uma representação.

O festival de vídeos universitários ocorreu entre os dias 29 e 31 de agosto. 

Segue o trailler do filme de Jorge Furtado:

Transformers brasileiro

Versão brasileira de sucesso das telonas e do camelô.

Por: Luiz Eduardo Neves 

Há uns dois meses estreou em cinemas por todo o mundo o filme Transformes, baseado numa série animada dos anos 80, na qual robôs que viram carros ou vice-versa quebram o maior pau. Um verdadeiro show audiovisual.

Pegando carona nesse sucesso imediato não demorou a surgir versões nacionais para os heróis mecânicos.

De blog pra blog: Naftalina

Pense Bem, Pogo Boll, corrida de champinha, seriados japoneses, enfim, tudo quanto é traquitana divertida da década de 80 tem vez no Naftalina.

Por: Luiz Eduardo Neves

O blogg Naftalina já nasceu um clássico. Idealizado por dois estudantes do curso de jornalismo da UFES – Universidade Federal do Espírito Santo, Helbert Paulino e Thaís Paoliello, o canal fala sobre brincadeiras e brinquedos que fizeram a cabeça da molecada dos anos 80.

A matéria que mais chamou a atenção foi a lembrança da invasão nipônica na TV brasileira da época. Jaspion, Jiraia, Giban, Changeman, Cybercops, Lion-man, Flash Man, Solbrain, Winspector, Maskman, entre outros heróis defenderam a Terra, ou melhor, o Japão de infinitas tentativas destruição total.

Exibir séries japonesas não era monopólio da Manchete. A Bandeirantes também presenteou a galera com pelo menos duas sagas. Uma delas foi a de Metalder, o homem-máquina, que conta a trajetória emocionante de um robô órfão em busca do autoconhecimento.

A verdade é que os live-actions do oriente eram as novelas da criançada. Todo mundo antes ou depois da escola não perdia o episodio do seu personagem preferido. E o roteiro das histórias, mesmo abordando a ética do bom herói, era sempre recheada com porradas, socos, chutes, efeitos sonoros, espadas lasers, robôs gigantes, monstros gigantes e maquetes arruinadas.

A alguns anos a única coisa parecida exibida na TV é Power Rangers. Neste caso a única herança dos japas foram os floreios, pois as boas tramas não foram incluídas no pacote.

E por que parou? Nunca mais se ouviu falar nos heróis do lado de lá. Mas a parada não morreu não. Até hoje é produzida a série Kamen Rider. No Brasil, a Manchete exibiu duas versões Black e RX. Lá no Japão já foram ao ar pelo menos mais cinco, sendo que, a última é de 2006. No You Tube dá para assistir alguns episódios (pena que sem legenda!).

As programações infantis são como os terrenos baldios onde eram travadas as épicas batalhas entre o bem e o mal, mas, hoje, sem as explosões e as pancadarias estão vazias e sem graça.


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